Londres pela primeira vez

Londres pela primeira vez: o que você precisa saber antes de embarcar

Viajar para Londres pela primeira vez costuma começar muito antes do avião pousar em Heathrow, Gatwick, Stansted ou Luton.

Existe a documentação para conferir, o dinheiro para organizar, o transporte para entender, a hospedagem para escolher, o celular para preparar e uma série de pequenos detalhes que podem fazer diferença quando você finalmente chegar à cidade.

E Londres tem algumas particularidades que podem pegar o turista brasileiro de surpresa.

O Reino Unido não faz parte do Espaço Schengen, a moeda é a libra esterlina, o trânsito é pela esquerda, o sistema de transporte funciona de uma maneira diferente do que muitos brasileiros estão acostumados e até a forma de pagar uma conta em um restaurante pode gerar dúvidas.

A boa notícia é que quase tudo fica muito mais simples quando você sabe o que esperar.

Se esta será sua primeira viagem para Londres, este é o tipo de informação que vale a pena conferir antes de sair de casa.

1. Confira primeiro se você pode entrar no Reino Unido

Antes de reservar atrações, montar roteiro ou decidir em qual bairro ficar, confira a documentação necessária para a sua viagem.

Para brasileiros que viajam ao Reino Unido a turismo, uma das principais mudanças dos últimos anos é a Electronic Travel Authorisation, conhecida como ETA.

O Brasil está entre as nacionalidades sujeitas à exigência de ETA para viagens ao Reino Unido. A autorização é voltada, entre outros casos, para turismo de até seis meses. Atualmente, a solicitação custa £20 e deve ser feita pelos canais oficiais do governo britânico.

A ETA não substitui um visto quando o viajante precisa de visto e também não garante automaticamente a entrada no país. Ela é uma autorização para viajar ao Reino Unido, enquanto a decisão de permitir a entrada acontece no controle de fronteira.

Outro detalhe importante: a ETA fica vinculada ao passaporte utilizado na solicitação. Se você trocar de passaporte, deverá verificar a necessidade de uma nova autorização. A validade informada pelo governo é de dois anos, ou até o vencimento do passaporte associado, o que acontecer primeiro.

Antes de embarcar, confira:

  • passaporte válido durante toda a estadia;
  • ETA aprovada, quando aplicável;
  • passagens de ida e volta ou continuação da viagem;
  • comprovante de hospedagem;
  • seguro viagem;
  • comprovantes financeiros compatíveis com a viagem;
  • roteiro básico da estadia.

Você não necessariamente precisará apresentar todos esses documentos, mas tê-los organizados pode facilitar bastante caso seja necessário explicar seus planos na fronteira.

2. Entenda como funciona a imigração britânica

Uma das preocupações de quem viaja pela primeira vez é a imigração.

Na prática, o processo pode ser bastante simples, especialmente quando você está com seus documentos organizados e consegue explicar claramente o motivo da viagem.

O passaporte será verificado na chegada ao Reino Unido. Dependendo da nacionalidade e das condições de entrada, o viajante também pode utilizar os eGates disponíveis nos aeroportos e portos britânicos. O governo britânico informa que existem mais de 290 eGates em 15 portos de entrada.

Mesmo assim, não viaje pensando apenas em passar pelo portão eletrônico.

Tenha fácil acesso ao passaporte e aos documentos da viagem. O próprio governo recomenda manter o passaporte e os documentos de viagem com você e não colocá-los na bagagem despachada antes do controle de fronteira.

O que podem perguntar?

Se você passar por um agente de imigração, perguntas simples podem incluir:

  • Qual é o motivo da viagem?
  • Quantos dias você ficará no Reino Unido?
  • Onde você ficará hospedado?
  • Você está viajando sozinho?
  • O que pretende fazer durante a viagem?
  • Quando pretende retornar?

Não é necessário decorar respostas em inglês.

O mais importante é que suas respostas sejam verdadeiras e compatíveis com os documentos e informações apresentados.

3. Londres não fica em um único aeroporto

Um erro comum de quem está planejando a primeira viagem é escolher o voo apenas pelo preço da passagem.

Londres possui vários aeroportos utilizados por turistas, e o aeroporto escolhido pode mudar bastante o tempo e o custo do deslocamento até a hospedagem.

Heathrow é o principal aeroporto internacional da cidade e tem uma conexão particularmente prática com o centro por transporte público, incluindo a Elizabeth line e o Heathrow Express.

Gatwick também possui conexão ferroviária com Londres. Stansted e Luton ficam mais afastados e exigem que você observe com atenção qual serviço utilizará para chegar à cidade.

Por isso, antes de comemorar uma passagem £50 mais barata, faça uma conta simples:

preço da passagem + transporte do aeroporto + tempo de deslocamento.

Uma passagem ligeiramente mais cara pode acabar sendo mais conveniente se significar uma chegada muito mais simples à sua hospedagem.

4. Não escolha o hotel apenas pelo preço

Em Londres, a localização pode mudar completamente a experiência da viagem.

Um hotel barato pode deixar de ser uma economia se estiver muito distante das atrações que você pretende visitar e exigir longos deslocamentos todos os dias.

Por outro lado, você também não precisa ficar literalmente ao lado do Big Ben.

O mais importante é estar próximo de uma estação de metrô, Elizabeth line, London Overground ou outra conexão que facilite os seus deslocamentos.

Antes de reservar, abra o mapa e procure:

  • a estação mais próxima;
  • quantos minutos são necessários caminhando;
  • quais linhas passam pela região;
  • quanto tempo leva até as principais áreas do seu roteiro;
  • como será o deslocamento até o aeroporto na volta.

Uma localização aparentemente menos central pode funcionar muito bem se tiver uma conexão rápida com diferentes regiões da cidade.

5. Londres é uma cidade para caminhar, mas não tente fazer tudo a pé

Quem olha o mapa de Londres pela primeira vez pode subestimar as distâncias.

Vários pontos turísticos parecem estar próximos no mapa, mas o deslocamento entre eles pode consumir bastante tempo.

Por isso, uma boa estratégia é combinar caminhada e transporte público.

Você pode, por exemplo, planejar uma manhã concentrada em Westminster, caminhar entre atrações próximas e depois utilizar o metrô para chegar a outra região.

O erro é tentar atravessar a cidade inteira caminhando apenas para economizar algumas libras.

Em uma viagem de poucos dias, tempo também é um recurso.

6. Você provavelmente não precisa comprar um Travelcard antes de viajar

Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem chega pela primeira vez.

Para muitos turistas, o sistema de pagamento por aproximação ou um Oyster é mais simples do que comprar bilhetes individuais.

O transporte de Londres aceita pagamento por contactless em cartões ou dispositivos compatíveis, além do Oyster, em grande parte da rede. O sistema calcula as tarifas de acordo com as viagens realizadas e existem limites de cobrança diária para determinadas zonas.

Se você utilizar cartão contactless internacional, entretanto, vale conferir com o banco emissor se existem tarifas de conversão ou transações internacionais.

O Visitor Oyster também pode ser uma alternativa interessante para turistas, especialmente para quem quer controlar previamente o orçamento ou prefere não utilizar o cartão bancário diretamente no transporte.

Um detalhe fundamental: cada pessoa deve utilizar seu próprio cartão ou dispositivo no transporte. Não é possível usar o mesmo cartão contactless para duas pessoas na mesma viagem.

E atenção ao entrar e sair

No Tube, Elizabeth line, London Overground e outros serviços ferroviários integrados, você normalmente precisa encostar o cartão no leitor amarelo ao entrar e novamente ao sair.

No ônibus, a lógica é diferente: você encosta ao entrar, mas não precisa fazer o touch out ao descer.

Parece um detalhe pequeno, mas esquecer o procedimento pode resultar em uma cobrança incorreta.

7. Você não precisa levar uma grande quantidade de dinheiro em espécie

Londres é extremamente acostumada a pagamentos com cartão e aproximação.

Para a maioria dos turistas, faz mais sentido levar uma pequena quantidade de dinheiro em espécie para emergências e utilizar meios eletrônicos no restante da viagem.

A moeda é a libra esterlina (£).

Não confunda libra com euro. O Reino Unido não utiliza o euro como moeda oficial.

Também vale prestar atenção às taxas cobradas pelo seu banco brasileiro para compras internacionais e conversão de moeda.

Se possível, antes da viagem, descubra:

  • qual é a taxa de câmbio utilizada pelo seu cartão;
  • se existe IOF ou outra tarifa aplicável;
  • se o cartão precisa ser liberado para uso internacional;
  • qual é o limite disponível;
  • como você poderá acessar dinheiro em caso de emergência.

8. Não estranhe se o preço no restaurante não for exatamente o valor da conta

A cultura de gorjetas em Londres não funciona exatamente como no Brasil.

A gorjeta é geralmente opcional, e alguns restaurantes adicionam uma service charge à conta. Por isso, antes de acrescentar qualquer valor, confira se uma taxa de serviço já foi incluída.

Não existe necessidade de simplesmente copiar o hábito brasileiro de deixar uma porcentagem automaticamente em qualquer situação.

Confira a conta, veja se existe service charge e decida a partir daí.

9. Prepare o celular antes de sair do Brasil

Chegar a Londres sem internet pode transformar uma viagem simples em uma sequência de pequenas dificuldades.

Antes de embarcar, deixe o celular preparado para funcionar no Reino Unido.

Você pode optar por roaming internacional, SIM físico ou eSIM, dependendo do seu plano e do seu aparelho.

Também vale baixar previamente:

  • Google Maps;
  • aplicativo do transporte de Londres;
  • aplicativo da companhia aérea;
  • aplicativo do hotel;
  • tradutor;
  • aplicativo bancário;
  • documentos importantes em formato digital.

Não dependa exclusivamente da internet para acessar documentos importantes.

Tenha cópias offline do passaporte, seguro, reservas e informações da viagem.

10. O clima de Londres pode mudar durante o mesmo dia

Uma das melhores coisas que você pode fazer antes de viajar é parar de tentar adivinhar o clima pela temperatura média.

Londres pode apresentar mudanças ao longo do dia. Você pode sair do hotel com céu aberto e algumas horas depois precisar de uma camada extra ou de proteção contra chuva.

Por isso, roupas em camadas costumam ser mais úteis do que montar uma mala pensando em uma única temperatura.

Uma jaqueta impermeável ou um casaco que aguente chuva leve pode ser muito mais útil do que carregar apenas um guarda-chuva.

E não esqueça dos calçados.

Você provavelmente caminhará muito mais do que imagina.

11. A tomada britânica é diferente da brasileira

Esse é um detalhe pequeno que pode causar um problema enorme no primeiro dia.

As tomadas do Reino Unido utilizam o padrão britânico de três pinos, diferente das tomadas mais comuns no Brasil.

Leve um adaptador de tomada compatível com o padrão britânico.

Se você viajar com celular, câmera, relógio, notebook, tablet ou outros aparelhos, vale considerar um adaptador com várias portas USB ou USB-C.

Assim você evita chegar ao hotel e descobrir que trouxe todos os carregadores, mas não consegue conectá-los à tomada.

12. Não tente conhecer Londres inteira em três dias

Esse talvez seja um dos conselhos mais importantes para uma primeira viagem.

Londres é grande demais para ser tratada como uma lista de atrações.

Você pode passar uma manhã em Westminster, outra em South Bank, outra em Kensington e ainda não ter conhecido bairros, mercados, parques, lojas e museus que poderiam facilmente ocupar mais alguns dias.

Em vez de colocar atrações aleatórias no roteiro, organize os dias por regiões.

Por exemplo:

  • Westminster: Parlamento, Big Ben, Westminster Abbey e arredores;
  • South Bank: margem do Tâmisa, London Eye e atrações da região;
  • City of London: St Paul’s, Sky Garden e arquitetura moderna e histórica;
  • South Kensington: museus e Kensington Gardens;
  • West End: teatros, Covent Garden, Soho e arredores;

Isso reduz deslocamentos e deixa espaço para descobrir a cidade entre uma atração e outra.

13. Reserve com antecedência aquilo que realmente precisa de horário

Nem tudo em Londres precisa ser comprado antecipadamente.

Mas algumas atrações, restaurantes, espetáculos e experiências possuem horários específicos ou podem ficar lotados.

Se existe algo que você considera indispensável, verifique as regras de reserva antes de chegar.

Isso é especialmente importante quando o ingresso é para uma atração com horário marcado.

Não monte o dia inteiro ao redor de um ingresso sem antes considerar o tempo de deslocamento entre as atrações.

14. Não coloque uma atração em cada horário do dia

Um roteiro com horários como:

9h – atração 1
10h30 – atração 2
12h – atração 3
14h – atração 4
16h – atração 5

parece eficiente no papel.

Em Londres, pode ser uma receita para passar a viagem inteira olhando para o relógio.

Você precisa considerar filas, transporte, banheiro, alimentação, fotos, mudanças de plataforma, entradas, pausas e simplesmente o tempo necessário para aproveitar um lugar.

Um bom roteiro não é aquele que contém mais atrações. É aquele que você consegue realmente executar.

15. Aprenda algumas regras básicas do metrô

O Tube pode parecer complicado na primeira vez, mas algumas regras tornam tudo mais fácil.

Observe o sentido da linha, confira a estação final indicada no painel e preste atenção às plataformas.

Também existe uma diferença importante entre as linhas e serviços que aparecem no mapa. O sistema inclui Underground, Elizabeth line, London Overground, DLR e outros serviços.

Se o aplicativo indicar uma conexão, siga exatamente o trajeto mostrado e não tenha vergonha de olhar o mapa da estação.

As estações maiores podem ser enormes.

E existe uma regra simples que todo turista deveria lembrar

Não pare no meio da passagem para olhar o celular.

Se precisar consultar o mapa, saia do fluxo de pessoas e pare em um canto.

Isso parece uma coisa pequena, mas faz enorme diferença em estações movimentadas.

16. Não se assuste com a mão inglesa

No Reino Unido, os carros circulam pelo lado esquerdo da rua.

Para quem vem do Brasil, isso muda a percepção do trânsito.

Ao atravessar uma rua, principalmente nos primeiros dias, não confie automaticamente no hábito brasileiro de olhar primeiro para um determinado lado.

Em algumas áreas de Londres, você verá inclusive marcações no chão indicando LOOK RIGHT ou LOOK LEFT.

Use essas indicações.

17. Escolha os aeroportos e horários pensando também na volta

O último dia da viagem merece planejamento tanto quanto o primeiro.

Não escolha um voo muito cedo sem verificar quanto tempo será necessário para sair da hospedagem, chegar à estação, fazer o trajeto até o aeroporto e lidar com possíveis imprevistos.

Uma das vantagens de Londres é justamente ter diferentes opções de transporte para seus aeroportos, mas isso não significa que todos tenham o mesmo nível de praticidade para todos os bairros.

Antes de comprar a passagem, simule o caminho entre o hotel e o aeroporto.

18. Tenha um plano para o primeiro dia

O primeiro dia em Londres não precisa ser o dia mais cheio da viagem.

Depois de um voo longo, imigração, bagagem, deslocamento até o hotel e diferença de horário, talvez você não esteja com energia para atravessar a cidade inteira.

Uma estratégia melhor é escolher algo relativamente próximo da hospedagem e deixar as atrações mais exigentes para os dias seguintes.

Você também pode usar o primeiro dia para entender o bairro, comprar itens que esqueceu, fazer uma primeira caminhada e entrar no ritmo da cidade.

19. Não esqueça do fuso horário

Londres não utiliza o mesmo horário do Brasil durante todo o ano.

O Reino Unido adota horário de verão e horário padrão em períodos diferentes, enquanto o Brasil também possui regras próprias.

Por isso, não presuma que a diferença de horário será sempre a mesma durante o ano.

Isso importa principalmente para quem precisa fazer chamadas, participar de compromissos online ou organizar conexões de voo.

20. Saiba onde pedir ajuda se alguma coisa acontecer

Você não precisa saber resolver tudo sozinho em Londres.

Em uma emergência, o número 999 é utilizado para serviços de emergência no Reino Unido.

Para questões de saúde que não sejam uma emergência imediata, o NHS possui o serviço 111, que oferece orientação de saúde.

Também é importante guardar os contatos da sua seguradora de viagem e saber como acionar a assistência antes de precisar dela.

O que eu faria uma semana antes de viajar para Londres

Se a viagem estivesse marcada para a próxima semana, esta seria uma boa lista para revisar:

ItemO que conferir
PassaporteValidade e dados corretos
ETASolicitação aprovada e vinculada ao passaporte correto
PassagemHorário, aeroporto e franquia de bagagem
HospedagemEndereço e como chegar
SeguroApólice e contato da assistência
DinheiroCartão internacional e alternativas de pagamento
CelularRoaming, SIM ou eSIM
TransporteComo sair do aeroporto e chegar ao hotel
IngressosAtrações com horário marcado
TomadaAdaptador para padrão britânico
AplicativosMapas, transporte, banco e companhia aérea
DocumentosCópias digitais e acesso offline
RoteiroRegiões agrupadas por dia

O que você não precisa fazer antes de viajar

Também é importante saber o que não precisa virar uma preocupação.

Você não precisa comprar uma enorme quantidade de libras em espécie.

Não precisa reservar absolutamente todos os restaurantes.

Não precisa comprar um passe de transporte sem entender primeiro como vai circular.

Não precisa montar um roteiro com quinze atrações por dia.

E não precisa conhecer todos os pontos turísticos famosos para dizer que conheceu Londres.

A primeira viagem fica muito melhor quando existe espaço para algumas descobertas inesperadas.

Londres pela primeira vez fica muito mais fácil quando você se prepara para a cidade real

As fotos de Londres mostram o Big Ben, os ônibus vermelhos, o Palácio de Buckingham, a Tower Bridge e as cabines telefônicas.

Mas uma viagem bem planejada envolve muito mais do que saber onde esses lugares ficam.

Você precisa entender como chegar, como pagar, onde se hospedar, como funciona o transporte, quais documentos levar, como organizar os dias e quanto tempo realmente leva para atravessar a cidade.

É essa preparação que evita que os primeiros dias sejam gastos tentando descobrir como Londres funciona.

Depois que você entende a logística, fica muito mais fácil aproveitar a parte divertida: andar pelas ruas, entrar em um mercado, descobrir um bairro, parar para um café, assistir a um musical, visitar um museu ou simplesmente sentar perto do Tâmisa e observar a cidade.

Londres não precisa ser complicada. Ela só precisa ser planejada de acordo com a forma como a cidade realmente funciona.

Quer chegar a Londres já sabendo o que fazer?

Se esta será sua primeira viagem, ter um roteiro organizado pode economizar tempo e evitar escolhas feitas de última hora.

O Roteiro Completo de Londres foi criado para quem quer planejar melhor os dias na capital britânica, organizar os principais lugares e aproveitar a viagem sem ficar perdido sobre o que fazer a cada dia.

Conheça o Roteiro Completo de Londres e comece a planejar sua viagem.

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