cartões-postais de Londres

Os segredos por trás dos cartões-postais mais famosos de Londres

Londres tem lugares que você reconhece antes mesmo de conhecer a cidade pessoalmente.

O relógio do Big Ben, as torres da Tower Bridge, a roda gigante da London Eye, a fachada do Buckingham Palace e a silhueta da Westminster Abbey aparecem em praticamente todas as listas de lugares para conhecer na capital inglesa.

São os grandes cartões-postais de Londres.

Mas existe uma diferença enorme entre simplesmente passar por esses lugares e realmente entender o que você está vendo.

Por trás de cada fotografia famosa existe uma história. Algumas envolvem grandes projetos de engenharia. Outras nasceram de decisões políticas, mudanças na monarquia, guerras, incêndios ou transformações urbanas que mudaram completamente a cidade.

E algumas curiosidades são tão inesperadas que podem mudar a maneira como você olha para um monumento que já viu dezenas de vezes em fotografias.

Você sabia, por exemplo, que Big Ben não é o nome da torre? Que a London Eye foi planejada para ser desmontada? Que a Tower Bridge foi construída para não impedir a passagem dos navios? Ou que a famosa varanda do Buckingham Palace só apareceu depois de uma grande ampliação do palácio?

Neste artigo, vamos além da fotografia para descobrir as histórias por trás de alguns dos pontos turísticos mais famosos de Londres.

Big Ben: o cartão-postal que quase todo mundo chama pelo nome errado

Se existe uma imagem capaz de representar Londres imediatamente, provavelmente é a do Big Ben.

O relógio instalado no Palace of Westminster aparece em filmes, séries, souvenirs e milhares de fotografias todos os dias.

Mas existe uma pequena correção que vale a pena fazer antes de continuar:

Big Ben não é o nome da torre.

O nome oficial da torre é Elizabeth Tower. Big Ben é o nome pelo qual ficou conhecido o grande sino que fica dentro dela.

A própria UK Parliament explica a história da Elizabeth Tower e do Big Ben, incluindo as várias etapas de sua construção.

A torre começou a ser construída em 1843, depois que o antigo Palace of Westminster foi praticamente destruído por um incêndio em 1834.

O novo Parlamento seria construído em estilo Gothic Revival, e a torre do relógio faria parte desse grande projeto.

O resultado acabou se tornando um dos símbolos mais reconhecidos do mundo.

O Big Ben já teve problemas antes mesmo de começar a funcionar

Uma das partes mais interessantes da história está justamente no sino.

O primeiro Big Ben foi fundido em 1856, mas acabou apresentando uma grande rachadura durante os testes.

Um segundo sino foi produzido em 1858 e levado até Westminster em uma operação que envolveu uma carroça puxada por 16 cavalos brancos.

O relógio começou a funcionar em 31 de maio de 1859 e os sinos começaram a tocar em julho daquele mesmo ano.

Mas o Big Ben voltou a apresentar uma rachadura.

O problema acabou sendo solucionado com uma mudança na posição do sino e uma redução no tamanho do martelo, permitindo que ele voltasse a marcar as horas.

Hoje, a história completa pode ser consultada diretamente no site oficial do Parlamento britânico.

Por que a torre se chama Elizabeth Tower?

Durante grande parte de sua história, ela era simplesmente conhecida como Clock Tower.

Em 2012, porém, a torre recebeu oficialmente o nome Elizabeth Tower, em homenagem ao Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth II.

A mudança criou uma situação curiosa: o nome Big Ben continuou tão popular que muitas pessoas passaram a utilizar “Big Ben” para se referir ao conjunto inteiro.

Então, quando você estiver em Westminster, pode dizer que está diante da Elizabeth Tower e do Big Ben.

E tecnicamente estará muito mais correto.

Se você quiser conhecer melhor essa região, vale combinar a visita com nosso conteúdo sobre o que ver na Abadia de Westminster e explorar também o restante de Westminster.

Tower Bridge: a ponte que nasceu por causa dos navios

É difícil imaginar Londres sem a Tower Bridge.

Suas duas torres são provavelmente uma das imagens mais fotografadas da cidade, especialmente quando aparecem refletidas no rio Tâmisa.

Mas a ponte não foi criada apenas para ser bonita.

Na verdade, sua aparência monumental esconde um enorme projeto de engenharia.

No final do século XIX, Londres estava crescendo rapidamente e aquela região do Tâmisa era extremamente movimentada.

O chamado Pool of London era um dos grandes centros portuários do mundo. Navios chegavam carregados de mercadorias como chá, açúcar e algodão.

Construir uma ponte fixa naquele ponto poderia bloquear o acesso das embarcações aos armazéns localizados rio acima.

A solução foi criar uma ponte que pudesse literalmente abrir.

Segundo a Tower Bridge, mais de 50 propostas foram apresentadas para resolver o problema antes que o projeto de Sir Horace Jones e Sir John Wolfe Barry fosse escolhido.

A Tower Bridge ainda abre

E aqui está uma curiosidade que muitos turistas descobrem apenas quando chegam a Londres:

A Tower Bridge continua funcionando como uma ponte móvel.

As duas partes centrais, chamadas bascules, são levantadas para permitir que embarcações altas atravessem o trecho do Tâmisa.

Atualmente, a ponte abre em média cerca de 800 vezes por ano.

Parece muito?

Quando comparado ao passado, não é.

No primeiro ano de funcionamento, em 1894, as partes móveis da ponte foram levantadas nada menos que 6.194 vezes.

Ou seja, a ponte chegou a abrir aproximadamente 17 vezes por dia.

Hoje, o número é muito menor porque o transporte marítimo comercial daquela região mudou completamente.

Você pode consultar os horários das próximas aberturas diretamente no site oficial da Tower Bridge.

Um erro comum entre turistas

Existe uma confusão muito frequente entre Tower Bridge e London Bridge.

São duas pontes diferentes.

A ponte com as grandes torres góticas é a Tower Bridge.

A London Bridge fica mais a oeste e tem uma história muito mais antiga, marcada por várias versões da ponte ao longo dos séculos.

Se você quiser entender melhor essa região, uma boa ideia é incluir a City of London no mesmo roteiro.

London Eye: a atração que deveria desaparecer

Existe algo curioso sobre a London Eye: ela parece tão integrada à paisagem de Londres que é difícil imaginar que um dia alguém tenha pensado em removê-la.

Mas essa era justamente a ideia original.

A London Eye nasceu como um projeto para marcar a chegada do novo milênio.

Os arquitetos David Marks e Julia Barfield apresentaram a ideia em 1993 como uma proposta para um novo marco de Londres.

A construção começou em 1998, a estrutura foi inaugurada simbolicamente em 1999 e os primeiros passageiros foram recebidos em março de 2000.

A história oficial pode ser consultada no site da London Eye.

Originalmente, a ideia era que a estrutura fosse temporária, pudesse ser desmontada e eventualmente transferida para outro local.

Mas os moradores e turistas gostaram tanto da atração que o plano mudou.

Hoje, a London Eye é um dos grandes símbolos da Londres moderna.

Ela representa uma Londres completamente diferente

Existe um contraste interessante quando você olha para a London Eye ao lado do Big Ben.

De um lado está um relógio do século XIX, ligado ao Parlamento e à história política britânica.

Do outro está uma enorme roda panorâmica criada para representar a chegada do novo milênio.

É praticamente uma fotografia mostrando duas Londons diferentes.

Uma histórica.

Outra moderna.

E as duas convivendo às margens do mesmo rio.

Se estiver planejando uma viagem, confira também nosso conteúdo sobre as melhores vistas de Londres para comparar a experiência da London Eye com outros mirantes da cidade.

Buckingham Palace: a história escondida atrás da famosa varanda

Quando pensamos no Buckingham Palace, é quase impossível não lembrar da varanda central.

Ela se tornou um dos espaços mais famosos da monarquia britânica.

Foi dali que membros da família real apareceram em importantes celebrações nacionais, jubileus e acontecimentos históricos.

Mas a varanda não fazia parte do palácio original.

Ela surgiu durante uma grande ampliação do edifício no século XIX.

A Royal Collection Trust explica a história da East Wing do Buckingham Palace, que inclui justamente a fachada onde está a famosa varanda.

Membros da família real fazem aparições na varanda desde 1851.

Isso significa que aquele pequeno espaço no centro da fachada se transformou, ao longo de mais de um século, em um dos cenários mais importantes da vida pública britânica.

O palácio que você vê hoje passou por grandes mudanças

Outra curiosidade é que o Buckingham Palace não nasceu exatamente com a aparência que conhecemos atualmente.

O edifício passou por várias transformações e ampliações.

A fachada principal que vemos hoje foi construída como parte da East Wing no século XIX.

Mais tarde, a fachada foi revestida com Portland stone, contribuindo para a aparência clara que se tornou tão característica.

Por isso, vale a pena observar o palácio com atenção em vez de simplesmente tirar uma fotografia em frente aos portões.

Depois, caminhe pelo St James’s Park e siga pelo The Mall.

Essa combinação transforma a visita ao Buckingham Palace em um passeio muito mais interessante.

Tower of London: o segredo dos corvos

Talvez nenhuma atração de Londres tenha tantas histórias curiosas concentradas em um só lugar quanto a Tower of London.

A fortaleza já foi palácio, prisão, local de execuções, arsenal e residência real.

Mas existe uma tradição particularmente estranha que continua viva até hoje.

Os corvos.

Existe uma antiga lenda segundo a qual, se os corvos deixarem a Tower of London, o reino cairá.

A tradição é tão importante que os corvos são mantidos e cuidados dentro da própria Tower.

A Historic Royal Palaces explica a história dos corvos da Tower e apresenta os atuais moradores do local.

Entre os nomes dos corvos estão Harris, Jubilee, Poppy, Edgar, Georgie, Chaos, Henry e Poe.

Não tente chegar muito perto

Os corvos são animais inteligentes e possuem personalidades próprias.

E também podem morder.

A própria Historic Royal Palaces recomenda que os visitantes não tentem alimentá-los, especialmente porque eles podem reagir quando sentem que seu território está sendo ameaçado.

Portanto, a melhor maneira de aproveitar essa parte da visita é observar os animais e deixar que eles façam o que quiserem.

Westminster Abbey: um lugar onde a história britânica continua viva

Por fora, Westminster Abbey já impressiona.

Mas é quando você conhece sua história que o lugar ganha outra dimensão.

A Westminster Abbey é a igreja de coroação dos monarcas britânicos desde 1066.

O primeiro monarca cuja coroação em Westminster é documentada foi William the Conqueror, em 25 de dezembro de 1066.

Em 2023, King Charles III tornou-se o 40º monarca reinante a ser coroado na Abbey.

Essas informações estão disponíveis na história oficial das coroações da Westminster Abbey.

Ou seja, ao entrar na Abbey, você não está apenas entrando em uma igreja histórica.

Está entrando em um dos principais palcos da história da monarquia britânica.

O que muita gente não percebe

Westminster Abbey também funciona como um enorme espaço de memória.

Ali estão enterradas ou homenageadas diversas figuras importantes da história britânica, incluindo escritores, cientistas, políticos, músicos e membros da realeza.

Por isso, vale reservar tempo para observar os detalhes do interior.

Não é uma atração para visitar correndo.

Se você estiver montando um roteiro pela região, combine a Abbey com Big Ben, Houses of Parliament, Westminster Bridge e St James’s Park.

O resultado é um dos melhores passeios históricos que você pode fazer no centro de Londres.

As cabines telefônicas vermelhas: de necessidade prática a símbolo de Londres

É difícil encontrar uma fotografia turística de Londres que não tenha pelo menos uma cabine telefônica vermelha em algum lugar.

Mas essas cabines são relativamente recentes quando comparadas aos grandes monumentos da cidade.

A famosa K2, projetada por Sir Giles Gilbert Scott, surgiu na década de 1920.

Depois veio a K6, introduzida em 1936 para marcar o Jubileu de Prata do rei George V.

A cor vermelha ajudava a tornar as cabines fáceis de identificar nas ruas.

O problema é que a chegada dos celulares mudou completamente a função desses equipamentos.

Milhares de cabines deixaram de ser necessárias.

Mas algumas ganharam uma segunda vida.

Comunidades locais adotaram cabines e transformaram algumas delas em pequenos espaços comunitários, bibliotecas e outros projetos.

A BT conta a história das famosas cabines telefônicas britânicas.

Portanto, quando encontrar uma cabine vermelha durante sua viagem, não precisa necessariamente procurar apenas a mais famosa.

Observe também as pequenas cabines espalhadas pelos bairros.

Algumas podem ter histórias próprias.

Piccadilly Circus: o nome esconde uma história muito mais antiga

Piccadilly Circus é um dos lugares mais movimentados de Londres.

As enormes telas luminosas, o trânsito, os teatros e a proximidade de Leicester Square e Soho fazem da região uma parada praticamente obrigatória para quem visita o West End.

Mas o nome é muito mais antigo do que a imagem moderna da praça.

O termo Piccadilly está relacionado aos chamados piccadills, colarinhos rígidos que estavam na moda no início do século XVII.

Circus não significa circo.

O termo era utilizado para designar uma área circular ou um espaço onde diferentes ruas se encontravam.

Piccadilly Circus foi criado em 1819 como parte da reorganização de Regent Street.

O próprio Visit London explica a história de Piccadilly Circus e sua importância para o West End.

É uma região que merece ser explorada a pé.

Em vez de chegar, tirar uma foto e pegar o metrô, caminhe pelas ruas próximas.

Você estará a poucos minutos de Leicester Square, Chinatown, Soho, Regent Street e Covent Garden.

Inclusive, se você gosta de explorar essa parte da cidade, vale conferir nosso artigo sobre o que fazer em Piccadilly Circus.

O cartão-postal mais bonito nem sempre é o mais antigo

Existe uma característica interessante em todos esses lugares.

Londres não possui apenas um tipo de cartão-postal.

Alguns são medievais.

Outros são vitorianos.

Alguns nasceram no século XX.

E a London Eye surgiu praticamente ontem quando comparada à história da cidade.

É justamente essa mistura que torna Londres tão interessante.

Você pode caminhar pela margem do Tâmisa e, em poucos minutos, observar uma ponte do século XIX, uma igreja com quase mil anos de história, um palácio real e uma roda gigante construída para celebrar o ano 2000.

Não existe outra cidade exatamente igual a essa combinação.

Como transformar os cartões-postais em um roteiro de Londres

Se você estiver visitando Londres pela primeira vez, não precisa tentar conhecer todos esses lugares em um único dia.

Uma estratégia muito melhor é organizar as atrações por região.

Roteiro 1: Westminster e a monarquia

  • Big Ben
  • Palace of Westminster
  • Westminster Abbey
  • Parliament Square
  • St James’s Park
  • Buckingham Palace
  • The Mall

Esse roteiro combina alguns dos maiores símbolos políticos e monárquicos da cidade.

É especialmente interessante para quem está visitando Londres pela primeira vez.

Roteiro 2: Tower of London e Tower Bridge

  • Tower of London
  • Tower Bridge
  • Margens do Tâmisa
  • Potters Fields Park
  • London Bridge

A grande vantagem desse roteiro é que você consegue conhecer duas das atrações históricas mais importantes de Londres praticamente na mesma região.

Roteiro 3: London Eye e South Bank

  • London Eye
  • South Bank
  • Westminster Bridge
  • Big Ben
  • Houses of Parliament

É uma ótima opção para quem quer fotografias bonitas e uma caminhada às margens do Tâmisa.

Roteiro 4: Piccadilly e West End

  • Piccadilly Circus
  • Leicester Square
  • Chinatown
  • Soho
  • Regent Street
  • Covent Garden

Esse roteiro é menos histórico e mais urbano, perfeito para quem quer conhecer a Londres movimentada, comercial e cultural.

Qual é o melhor horário para fotografar os cartões-postais de Londres?

Se você quer boas fotografias, o horário pode fazer tanta diferença quanto o próprio lugar.

Para atrações extremamente populares, como Westminster e Tower Bridge, chegar cedo ajuda a encontrar áreas menos movimentadas.

No final da tarde, entretanto, alguns pontos ficam especialmente bonitos.

A luz sobre o Tâmisa pode transformar completamente a aparência da Tower Bridge, enquanto a London Eye ganha outra atmosfera quando as luzes da cidade começam a aparecer.

Já Piccadilly Circus funciona muito bem depois que escurece, quando as telas luminosas se tornam parte da própria experiência.

Uma boa estratégia é não tentar fotografar todos os lugares no mesmo horário.

Organize seu roteiro pensando na luz.

Vale a pena visitar os cartões-postais mais famosos de Londres?

Sim.

Mesmo que você não goste de seguir roteiros turísticos tradicionais, alguns lugares merecem ser vistos pelo menos uma vez.

O segredo está em não tratá-los apenas como cenários para fotografia.

Conhecer a história muda completamente a experiência.

Quando você sabe que a Tower Bridge foi criada para não bloquear os navios, a ponte deixa de ser apenas bonita.

Quando descobre que a London Eye deveria ser desmontada, ela passa a representar uma transformação importante da Londres moderna.

Quando entende a importância das coroações em Westminster Abbey, a visita deixa de ser apenas arquitetônica.

E quando percebe que o Big Ben é, na verdade, o nome do sino, começa a prestar atenção em detalhes que provavelmente passariam despercebidos.

Conclusão: Londres começa a mudar quando você olha além da fotografia

Os cartões-postais de Londres são famosos porque são realmente impressionantes.

Mas o que torna esses lugares especiais não é apenas aquilo que aparece nas fotografias.

É tudo o que aconteceu antes.

Por trás do Big Ben existe uma história de engenharia, incêndio, política e restauração.

Por trás da Tower Bridge existe o desafio de manter o comércio do Tâmisa funcionando.

Por trás da London Eye existe uma ideia que deveria ser temporária e acabou se tornando permanente.

Por trás do Buckingham Palace existe a transformação de uma residência real em um dos símbolos mais reconhecidos da monarquia.

Na Tower of London, uma antiga lenda ainda influencia a maneira como o local é cuidado.

E em Westminster Abbey, séculos de coroações continuam presentes na arquitetura.

É por isso que vale a pena conhecer Londres com um pouco mais de curiosidade.

Da próxima vez que você estiver diante de um dos grandes cartões-postais da cidade, não pegue imediatamente o celular.

Olhe para cima.

Observe os detalhes.

Pense em quantas pessoas já passaram por aquele mesmo lugar e quantas histórias aconteceram ali.

Em Londres, a fotografia mostra o monumento. A história mostra o que realmente está por trás dele.

FAQ — Cartões-postais de Londres

Qual é o cartão-postal mais famoso de Londres?

Big Ben, Tower Bridge, Buckingham Palace, London Eye e Westminster Abbey estão entre os principais símbolos turísticos de Londres. Para quem visita a cidade pela primeira vez, Westminster e Tower Bridge são duas das regiões mais interessantes para conhecer.

Big Ben e Elizabeth Tower são a mesma coisa?

Não exatamente. Elizabeth Tower é o nome oficial da torre. Big Ben é o nome do grande sino instalado dentro dela. A torre recebeu o nome Elizabeth Tower em 2012.

A Tower Bridge realmente abre?

Sim. A parte central da Tower Bridge pode ser elevada para permitir a passagem de embarcações altas pelo Tâmisa. A ponte continua funcionando dessa maneira atualmente.

Qual é a diferença entre Tower Bridge e London Bridge?

São duas pontes diferentes. Tower Bridge é a famosa ponte com duas torres e partes móveis. London Bridge é outra ponte, localizada mais a oeste.

A London Eye foi construída para ser permanente?

Não. A London Eye foi originalmente concebida como uma estrutura temporária para celebrar o novo milênio. Sua popularidade fez com que permanecesse como parte permanente da paisagem de Londres.

Por que Buckingham Palace tem uma varanda?

A famosa varanda central faz parte da East Wing do palácio, construída durante uma grande ampliação no século XIX. Membros da família real fazem aparições públicas na varanda desde 1851.

Por que existem corvos na Tower of London?

Existe uma antiga lenda segundo a qual o reino cairia caso os corvos deixassem a Tower. A tradição fez com que os animais fossem mantidos e protegidos no local.

Qual é o melhor lugar para tirar fotos da Tower Bridge?

Existem vários bons ângulos nas margens do Tâmisa. A região de Potters Fields Park oferece uma perspectiva interessante da ponte, enquanto caminhar pelas margens permite encontrar diferentes enquadramentos.

Qual é o melhor horário para visitar os pontos turísticos de Londres?

Para evitar as maiores multidões, o início da manhã costuma ser uma boa opção para atrações populares. Para fotografia, o final da tarde e o início da noite também podem oferecer uma luz especialmente bonita.

Quantos dias são necessários para conhecer os principais cartões-postais de Londres?

É possível conhecer muitos deles em dois ou três dias, desde que o roteiro seja organizado por regiões. Para uma primeira viagem com mais calma, entretanto, reservar quatro ou cinco dias permite explorar os monumentos sem transformar a viagem em uma corrida entre atrações.

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